Tudo sobre Egito

 

Dados Principais:

Nome Oficial: Republica Arabe de Egito

Área: 1.001.449 km²

Capital:Cairo

População:  93,5 milhões de habitantes (estimativa 2017)

Moeda: Libra Egipcia

Nacionalidade: egípcia

Data Nacional: 23 de julho (Aniversário da Revolução). Saiba mais sobre a História do Egito Antigo

Divisão Administrativa: 27 governadorias

Governo: República Semipresidencialista

Presidente: Abdel Fattah el-Sisi (desde 2014)

Geografia do Egito :

Localização: nordeste do Continente Africano

Fuso Horário: + 5 horas em relação à Brasília (UTC+2)

Clima do Egito: árido subtropical.

Cidades do Egito  (principais): Cairo, El Gîza, Alexandria,Luxor,Aswan,Sharm El Sheikh,Hurgada

Composição da População:árabes egípcios 98%, árabes beduinos  1%, núbios 1%

Idioma: árabe (oficial)

Religião: muçulmanos 92%, cristãos 7% (estimativa 2015).

Densidade demográfica: 93,36 hab./km2 (ano de 2017 – estimativa)

Crescimento demográfico: 1,9% ao ano (1995 a 2000)

Taxa de Anafabetismo: 20% (estimativa 2017).
Renda per Capita:US$ 12.600 (referência: ano de 2016).

Idh: 0,691 (Pnud ano de 2015) – índice de desenvolvimento humano  médio

Principais dados da Economia :

Produtos Agrícolas: algodão em pluma, arroz, trigo, cana-de-açúcar, milho, tomate.

Pecuária: búfalos, ovinos, caprinos, aves.

Mineração: petróleo, gás natural, manganês, sal de fosfato, minério de ferro, urânio, carvão.

Indústria: alimentícia, refino de petroleo, têxtil.

PIB: US$ 332,3 bilhões (referência: ano de 2016)

Bandeira:

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Simbologia das Cores da bandeira :

  • Vermelho:o Sangue egipcio derramado nas guerras.
  • Branco: Paz
  • Preto:Luto.
  • Aguia:Forca

Mapa do Egito

Extensão do território do Egito: 1.001.449 km²

– Cidades Principais: Cairo, El Gîza, Luxor, Suez e Alexandria.
– Limites geográficos: Mar Mediterrâneo (norte); Sudão (sul); Líbia (oeste), Mar Vermelho e Israel (leste).

 

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Um pouco de história:

A civilização Egípcia começou no ano 17 mil antes de Cristo quando apareceram alguns seres humanas que praticavam a caça e a colheita. Naquela época os antigos egípcios viviam em comunidades chamadas de Nomos, comunidades essas que deram origem aos reinos do Alto Egito e Baixo Egito.

Épocas da história do Egito:

Época Tinita ou Período Arcaico
Cerca de 3100 a.C, Menés, então rei do Alto Egito, realizou a unificação do Egito, cuja capital ficou sendo Tinis, sendo assim a primeira capital do império.

 Império antigo
Período que aconteceu entre 2800 A.C. a 2300 A.C., também é conhecido como Império Menfita, quando a capital do Egito passou a ser em Mênfis. Foi neste período que os reis passaram a ser chamados de faraós, sendo venerados como deuses. Ainda neste período (entre 2600 A.C. e 2700 A.C.) foram construídas as famosas pirâmides de Miquerinos, Quéops e Quéfren também chamadas de Pirâmides de Gizé.

Império Médio
Período que compreendeu entre 2100 A.C. até 1650 A.C., no médio Império a capital do Egito era Tebas.

O fim do médio império aconteceu com a conquista do poder no Egito pelos hicsos, que eram colonos asiáticos que haviam se instalado na região do Delta, estes acabaram dominando o Egito por vários séculos.

Império novo
Compreendido entre 1580 a.C. e 1100 a.C., foi marcado por um período de grande prosperidade, sendo fundado por Amés I, que tirou os hicsos do poder, estabelecendo novamente Tebas como a capital do Egito.

Neste período surgiram grande faraós, que se destacaram por suas conquistas, como Tutmés III, e Ramsés II que ordenou a construçãos dos tempos de Karnak e Luxor.

Época ptolomaica:
Iniciado por volta de 332 A.C. quando Alexandre o Grande conquistou o Egito, após a morte de Alexandre governaram os ptolomaicas, que governaram até o ano 30 a.C quando morreu Cleópatra VII.

Época Romana:

Começou quando o imperador romano Agosto venceu Cleopatra e Marcos Antonio na batalha Actium, entrando assim o Egito sob o domínio dos romanos até 645 D.C. com a conquista árabe.

Época islâmica:

Amr Ibn El Ass, chegando da Arábia Saudita por mandatos do califa dos muçulmanos, conquistou o Egito, transformando-o até em um país muçulmano.

Época moderna:

Mohamed Ali, um líder do exército do sultão otomano chegou ao poder em 1805 considerado assim o fundador do Egito moderno, começando uma época de monarquia que dominaria até 1952.

-Em 1952 Nasser acompanhado por um grupo de militares, acabou a monarquia transformando o Egito numa republica e Nasser foi nombrado como presidente.

-Em 1971 Nasser morreu, e governou Anuar Sadat que começou a guerra dos 6 dias contra Israel e recuperou a península de Sinai que foi ocupada por Israel em 1967.

-Em 1981, Sadat foi assassinado pelos fundamentalistas e começou o período de Mubarak que governou por 30 anos.

-Em 25 de janeiro de 2011, por meio de uma revolução popular Mubarak foi derrocado, e subiram ao poder os militares que dominaram até as novas eleições que foram realizadas em 2012. Nessas eleições subiu ao poder Mohamed Morsi, presidente que pertence a Irmandade Muçulmana.

-No dia 30 de junho de 2013 ,esse presidente foi afastado do poder deixando o poder na mão do Chefe do Supremo Tribunal Constitucional ,Adly Mansour que comandou até 2014.

– Nesse mesmo Ano foram celebradas novas eleições  presidencias nos quais foi eleito o presidente atual Abdul Fatah Al Sissi .

-Al Sissi foi eleito pela segunda vez em 2018 por 4 anos .Asssim não conseguiria se candidatar nas proximas eleições segundo a constituição egipcia.

Sociedade Egípcia

A antiga sociedade egípcia estava dividida de maneira rígida e nela praticamente não havia mobilidade social. No topo da sociedade encontrava-se o faraó e sua imensidão de parentes. O faraó era venerado como um verdadeiro Deus. Por isso, o governo era considerado uma monarquia  teocrática. Por ser o chefe político de um Estado, tinha imenso poder sobre tudo e todos.

Abaixo do faraó e de sua família vinham as camadas privilegiadas (sacerdotes, nobres e funcionários), e as não privilegiadas (artesãos, camponeses, escravos e soldados). Os sacerdotes formavam junto com os nobres, a corte real. Os nobres formavam uma aristocracia hereditária e compunham a elite militar e latifundiária.

Os funcionários estavam a serviço do Estado para planejar, fiscalizar e controlar a economia. Os artesão eram trabalhadores assalariados que exerciam diferentes ofícios. Os camponeses formavam a maior parte da população, exerciam a agricultura e eram forçados a pagar altos impostos. Os soldados eram mercenários estrangeiros contratados pelo Estado.

Na sociedade egípcia as mulheres tinham uma posição de prestígio. Podiam exercer qualquer função política, econômica ou social em igualdade com os homens de sua categoria social.

Arte Egípcia

A Arte Egípcia nasceu há mais de 3000 anos a.C. e está ligada à religiosidade, visto que a maior parte das suas estátuas, pinturas, monumentos e obras arquitetônicas se manifesta em temas religiosos.

Assim, o interior dos templos, bem como as peças ou espaços relacionados com o culto dos mortos eram artisticamente elaborados. Sem espanto, os túmulos são um dos aspectos maisrepresentativos da arte egípcia.

Isso porque os egípcios acreditavam na imortalidade da alma e acreditavam, ainda, que a alma poderia sofrer eternamente caso o corpo fosse profanado. Daí decorre a mumificação e o caráter monumental do local onde as múmias eram colocadas, cujo objetivo era protegê-las pela eternidade.

Pintura

O faraó contratava artistas para desenhar nas paredes pirâmides – túmulos dos faraós – a representação detalhada da sua vida, de modo que a pintura egípcia registra parte da história do Egito.

A dimensão das pessoas e objetos não caracterizava uma relação de proporção e distância, mas sim os níveis hierárquicos daquela sociedade. Assim, o faraó era sempre o maior dentre as figuras representadas numa pintura.

As tintas eram extraídas na natureza, a saber:

  • Preto (kem): associado à noite e à morte.A cor preta era obtida do carvão de madeira ou de pirolusite (óxido de manganésio do deserto do Sinai).
  • Branco (hedj): simbolizava a pureza e da verdade. O branco era extraído do cal ou gesso.
  • Vermelho (decher): representava a energia, o poder e a sexualidade e era encontrado em substâncias ocres.
  • Amarelo (ketj): estava associado à eternidade e era extraído do óxido de ferro hidratado (limonite).
  • Verde (uadj): simboliza a regeneração e a vida e era obtido da malaquite do Sinai.
  • Azul (khesebedj): Estava associado ao rio Nilo e ao céu. O azul era extraído do carbonato de cobre.

Características da Pintura

  • Ausência de três dimensões
  • Ausência de sombra
  • Utilização de cores convencionais
  • Ausência de indicação do relevo
  • Ângulos restritos de visão: de frente, de perfil ou de cima (Lei do Frontalidade)

Escultura

A maior parte das esculturas do Egito Antigo são representações dos faraós e dos deuses, apresentados em formas frontais, estáticas e sem qualquer expressão facial.

As esculturas dos faraós eram representadas sempre na mesma posição: homem de pé e com o pé esquerdo à frente, homem sentado de pernas cruzadas ou sentado com a mão esquerda apoiada na coxa.

Com corpo de leão (representado a força) e cabeça humana (representando a sabedoria), as esfinges são, sem dúvida, as esculturas egípcias mais famosas. Elas eram colocadas nas entradas dos templos com o intuito de afastar os maus espíritos.

Características da Escultura

  • Formas estáticas
  • Formas isentas de expressão facial
  • Seguimento da convenção: em pé ou sentado

Arquitetura

A arquitetura deste período reflete a funcionalidade, o que lhe conferia solidez e durabilidades incomparáveis para época. As pirâmides do deserto de Gizé são as obras arquitetônicas mais famosas da arquitetura egípcia. É também na região de Gizé que se localiza a esfinge mais famosa, a Grande Esfinge de Gizé.

Enquanto o mastaba era o túmulo dos egípcios, as pirâmides eras os túmulos dos seus faraós, que eram considerados os representantes de Deus na terra. Importa referir que a base do triângulo representava o faraó e a sua ponta representava a sua ligação com Deus.

Características da Arquitetura

  • Solidez e durabilidade
  • Sentimento de eternidade
  • Aspecto misterioso e impenetrável
  • Imobilidade solene

Economia Egípcia

A economia egípcia era baseada na agricultura, principalmente de trigo, cevada, frutas, legumes, linho, papiro e algodão. O rio Nilo era responsável por mover a economia e garantir a unidade política ao antigo Egito.

De suas águas dependia a vida de milhares de pessoas. A construção de diques, reservatórios e canais de irrigação, era tarefa do Estado. Era desenvolvida a pesca, a caça e a criação de animais.

Uma característica da economia era que não havia propriedade privada da terra, que pertencia a comunidade como um todo. Os camponeses e artesãos eram obrigados a dar parte de seus produtos para o Estado em troca do direito de cultivar o solo.

Mitologia Egípcia

mitologia egípcia reúne diversos mitos, lendas e estórias que fizeram parte do imaginário religioso no Egito Antigo até a chegada do Cristianismo.

Lembre-se que na Antiguidade a religião egípcia era baseada no politeísmo, ou seja, o culto a vários deuses que ocorriam geralmente nos templos dedicados a eles.

As lendas disseminadas tinham como temas, a origem do mundo, da natureza, dos homens e dos deuses. Elas explicavam fenômenos ainda desconhecidos pela ciência, sendo, portanto, de grande importância para a construção do imaginário dos egípcios.

Deuses principais do Egito

Os Egípcios  acreditavam em vários Deuses.Os deuses egípcios eram divindades que ajudavam as pessoas boas e as protegiam .Esses deuses eram geralmente representados com corpo humano e cabeça de animal. porque eles imaginavam que os espiritos dos deuses se encarnavam em corpos de animais

Abaixo tem uma lista dos principais Deuses egípcios e um resumo de suas características.

Ra:

Era um dos principais deuses egípcios. Em Heliópolis (a cidade do sol) é ele que,depois de ter decidido existir, cria o mundo e o mantém vivo.

Amon Ra:

Rei dos deuses, ele é o senhor dos templos de Luxor e Karnac. Foi representado como um homem vestido usando na cabeça duas  plumas  tambem em  forma de um carneiro e, mais raramente, de um ganso.

Osiris :

Era deus de fertilidade,e deus dos mosrtos.Na mitología egipcia ele era o esposo da deusa Isis e pai do deus Horus,e foi matado por seu irmão Set.sempre foi representado em forma de mumia.

Seth:

É representado em forma de um galgo com longas orelhas cortadas, focinho recurvado e longa cauda fendida.Era dues do mal e do ódio.Foi matado por Horus,seu sobrinho.

Isis: 

Isis é deusa de magia e proteção,esposa de Osiris e mãe de Horus.

Hórus:

Filho de Osiris e Isis. Ele é representado como um homem com cabeça de falcão ou como um falcão sempre usando as duas coroas de rei do Alto e Baixo Egito.

Maát:

Era duesa da justiça ,cuidava dos tribunais,devidia as oferendas e os bens.foi representada em forma de uma mulher com,uma pluma de avestruz na cabeça.

Anúbis:

É o deus dos funerais. È também o deus guardião dos cemitérios.Foi representado em forma de um homem com cabeça de chacal.

Hator:

Deusa de amor,arte,beleza,e musica,tambem era a deusa de maternidade.foi representada em forma de uma vaca levando sobre a cabeça o disco solar entre os chifres de vaca.

Ptah:

Deus de Mênfis que foi a capital do Egito durante o imperio antigo.era deus creador foi representado no templo de Ramses II em Abu Simbel.

Thot:

Era o escriba dos deuses, o deus da aprendizagem e da sabedoria relacionada com o oculto, a magia, o sobrenatural.foi representado em forma de homem com cabeça de garça.

Símbolos egípcios:

Olho de Hórus:

 

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Olho de Hórus, também conhecido como udyat, é um símbolo que significa poder e proteção. O olho de hórus era um dos amuletos mais importantes no Egito Antigo e era usado como representação de força, vigor, segurança e saúde.

Atualmente, o olho de hórus também é utilizado como símbolo contra a inveja e o mau-olhado, além de proteção.

Escaravelho:

O escaravelho para os egípcios era um deus chamado KHEPER e era símbolo da sorte porque nasce entre as fezes do camelo no deserto. Ao mumificar os corpos de seus familiares eles guardavam o cérebro na boca do escaravelho.

Ankh:

 

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O ankh ė um simbólo egípcio chamado chave da vida. A palavra ankh ė uma palavra egípcia antiga significa vida eterna por isso esta chave era o símbolo da eternidade. Ainda hoje se usa como símbolo de proteção e contra olho gordo.

Cartucho:

 

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Durante o Período Dinástico Primitivo (3150-2686 A.C.), os egípcios criaram a tradição de escrever a parte principal dos títulos reais do faraó dentro de uma forma oval alongada, vulgarmente conhecida pelo nome de cartucho, também chamada de cártula ou cartela. Este elemento da escrita hieroglífica Representava um cordão mágico que afastava do monarca os maus espíritos, conferindo-lhe assim protecção divina e mágica. A palavra egípcia equivalente era shenu (Snw). Ainda existe o costume de escrever os nomes em cartuchos de prata ou ouro com letras em hieroglifos.

O papiro

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O papiro é uma planta que tem as folhas longas bem parecidas às folhas da cana-de-açúcar.

No Egito Antigo, o papiro era encontrado nas margens do rio Nilo. Foi muito utilizado pelos egípcios para diversos propósitos. As folhas eram sobrepostas e trabalhadas para serem transformadas numa espécie de papel, conhecido pelo mesmo nome da planta. Este papel (papiro) era utilizado pelos escribas egípcios para escreverem textos e registrarem as contas do império.
O papiro tinha outras funções no Egito Antigo. Os artesãos utilizavam a planta para a fabricação de cestos, redes e até mesmo pequenas embarcações (através da formação de feixes). Era também utilizado como alimento pelas pessoas mais pobres e também para alimentar o gado.

A lingua árabe:

É  uma língua semita central, parente próximo do hebraico .A língua árabe  ė falada por mais de 280 milhões de pessoas como língua materna da maior parte deles no Oriente Médio e Norte da África. É o idioma oficial de 22 países, e a língua sagrada do Islã por ser o idioma no qual o Corão, o livro sagrado islâmico, foi revelado.

O árabe ė uma lingua que escreve-se de direita a esquerda e parece uma pintura.

Curiosidade que o árabe coloquial falado no mundo araba varia-se entre um pais e outro

Alfabeto árabe:

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Os Numeros em árabe:

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Palavras comuns em árabe:

Salam alekum——————————      Que a paz esteja com voce

Wa alekum el Salam —————————  Igualmente

Chukran —————————————— Obrigado\a

Afuan  ———————————————-De nada

Sabah el kher—————————————–Bom dia

Massa el kher—————————————–Boa tarde\boa noite

Tesbah ala Kaher————————————— Boa noite

Ana ayez maya\bira\assir\ahua———————–Eu quero agua\cerveja\suco\café

Bahebak\habibi————————————– —-Te amo\meu amor

Habibi————————————————–    Querido

Moch aez————————————————-Não quero

Lalalala————————————————–Não não não

Men Fadlak ——————————————– por favor

Maalesh ———————————————— Desculpa

Inshallah ——————————————— Se Deus quiser

O hieróglifo

O hieróglifo é um termo egípcio significa a escrita sagrada. Era a língua que falavam e escreviam os antigos egípcios. A escrita hieroglífica representa a escrita mais antiga do mundo. Essa língua foi escrita através de simbólos de natureza para expressar algum significado. Ainda hoje ninguém sabe como foi a pronuncia do hieróglifo no antigo Egito, mas no ano 1822 essa escrita foi decifrada e transileterada em latino antigo pelo arqueólogo francês Champelion. A língua hieroglífica escrevia-se em 3 formas: de cima para baixo, da direita para esquerda, e da esquerda para a direita.

O alfabeto egípcio

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Hábitos e Costumes Egipcios:

Narguilé

o povo do Egito fuma muito. Um dos hábitos preferidos é fumar Narguilé!.Narguilé é um cachimbo de água utilizado para fumar tabaco aromatizado. Há diferenças regionais no formato e no funcionamento, mas o princípio comum é o fato de a fumaça passar pela água antes de chegar ao fumante. É tradicionalmente utilizado em muitos países do mundo, em especial no Norte da África, Oriente Médio e Sul da Ásia.

O narguilé é formado pelas seguintes peças:

Base (jarro ou vaso): peça central do narguilé. E um vaso  onde se coloca a água . Geralmente é feita de vidro, metal ou cerâmica; algumas são ornamentadas com desenhos.

Corpo: peça cilíndrica que sustenta o fornilho e conecta-se à base. Na base, projeta um tubo para dentro da água, que conduz a fumaça.

Fornilho (rosh, cabeça ou cerâmica): peça de barro ou cerâmica onde coloca-se o tabaco aromatizado por cima deste, o carvão em brasa.

Abafador (laminito): Artefato em metal (muitas vezes descartados), geralmente alto para proteger a brasa do vento, evitando o consumo rápido do carvão.

Mangueira (condutor): é por onde se aspira a fumaça. Uma ponta termina numa piteira, e a outra encaixa-se na parte superior do corpo do narguilé (acima da água). Existe Narguile com duas ou tres mangueiras apara que varias pessoas fumem junto.

os Egipcios fuman o tabaco bruto que nao tem naada de essesncias e ficam nas cafeterias ate as primeiras horas matutinas fumando,conversando o jogando dimino.

Naja – A cobra do Egito

A naja egípcia era representada na mitologia egípcia pela deusa (com cabeça de cobra) Meretseger. Uma naja egípcia – sob a forma de o uraeus representando a deusa Uadjit – era o símbolo de soberania para os faraós, que a incorporou no seu diadema. Esta iconografia foi continuado durante o período helenístico no Egito (305 aC-30 aC).

A maioria das fontes antigas dizem que a Cleópatra e seus dois assistentes cometeram suicídio por ter sido mordido por uma víbora, que se traduz em inglês como “asp”. A cobra teria sido contrabandeada para o seu quarto em uma cesta de figos. Plutarco escreveu que ela realizou experimentos em prisioneiros condenados e encontrou veneno mais indolor de todos os venenos mortais. Esta víbora provavelmente teria sido a naja egípcia.

A naja egípcia tem entre 1,5 e 2,4 m de comprimento. As características mais reconhecíveis de uma cobra egípcia estão na sua cabeça. A cabeça é grande e achatada, com um focinho largo. Os olhos da cobra são grandes com pupilas redondas. Sua garganta pode variar de 15 a 18 centímetros. A cor é variável, mas a maioria dos exemplares são algumas tonalidades de marrom, muitas vezes com manchas mais claras ou mais escuras, e muitas vezes uma “gota” embaixo do olho. As espécies do noroeste da África (Marrocos, Saara Ocidental) são quase inteiramente pretas.

A naja egípcia normalmente vive em savana seca e as regiões semidesérticas com pelo menos um pouco de água. A naja também podem ser encontradas em oásis, terreno agrícola, morros com vegetação esparsa e gramados. Essas cobras não têm medo dos seres humanos e geralmente entram nas casas. Elas são atraídas para as aldeias humanos por galinhas e ratos que são atraídos pelo lixo. Há também relatos que essas najas nadam no mar Mediterrâneo.

O veneno da cobra egípcia é neurotóxica, principalmente, a quantidade média de veneno normalmente atinge aos 175–200 mg em uma única mordida. Seu veneno afeta o sistema nervoso, interrompendo os sinais nervosos sejam transmitidos para os músculos e em fases posteriores parando os que foram transmitidos para o coração e os pulmões, causando a morte devido à parada cardiorrespiratória.

Camelo:

Os camelos constituem um gênero de ungulados artiodáctilos (com um par de dedos de apoio em cada pata) que contém duas espécies: o dromedário , de uma corcova e o camelo-bactriano , de duas corcovas. Ambos são nativos de áreas secas e desérticas da Ásia e Norte da África. Ambas as espécies são domesticadas, que fornecem leite e carne, e são animais de tração. Os humanos têm domesticados camelos há milhares de anos.  Camelos árabes são domesticados há mais de 5.000 anos na região do Oriente Médio.

No  Egito é tradicional o passeio de camelo, até nas piramides  você pode dar uma voltinha de camelo para tirara algumas fotos com camelo.porque os camelos   são utilizados desde o tempo dos faraós como transporte e animais de carga.

Veja abaixo alguns dados desse magnífico animal.

  • durante muito tempo foi considerado um símbolo de status e riqueza;
  • apresentam em geral 2 metros de altura e 3 metros de comprimento;
  • adaptam-se e toleram as mais elevadas temperaturas como também as mais baixas;
  • são herbívoros e alimentam-se das plantas que encontram nos desertos;
  • na falta de alimentos, ingerem qualquer coisa que encontram pela frente: cordas, sapatos, tendas…
  • possuem uma boca extremamente grossa por dentro, nem mesmo um pedaço de cacto chega a incomodar;
  • sua corcova chega a pesar 36 kg e contém gordura, não água como muitos pensam;
  • quando não encontra nada para comer durante dias, seu organismo consome automaticamente a gordura da corcova – é seu suprimento de energia de emergência;
  • a medida que a gordura é utilizada, a corcunda murcha até que a próxima alimentação seja feita em algum oásis, voltando rapidamente a forma normal;
  • consegue consumir mais de 100 litros de água em apenas 10 minutos; primeiramente a água vai para o estômago, logo em seguida para os vasos sanguíneos; em apenas 10 minutos mais de 70 litros já nem se encontram mais no estômago;
  • em um dia consegue carregar 180 kg de carga por quase 150 quilômetros, sem parar para beber ou comer coisa alguma;
  • seu sangue é composto de 94% de água, exatamente como os humanos;
  • mesmo perdendo 40% de água no sangue, o camelo permanece saudável (já num ser humano, com 5% a menos a visão já fica comprometida – se a perda for de 10% a pessoa enlouquece – com 12% de perda, o sangue fica tão espesso que o coração não consegue bombeá-lo mais e pára);
  • quando bebe água por 10 minutos, recupera rapidamente os 100 kg perdidos;
  • suas patas são largas e se tornam-se mais largas ainda quando caminha; isso facilita sua caminhada nas dunas;
  • cada pé tem dois longos dedos revestidos de couro bem grosso;
  • caminha aproximadamente a 15 km por hora com carga;
  • nas tempestades de areia, suas narinas se fecham porque tem músculos especiais para isso, portanto a areia fica fora, mesmo assim, permite a entrada do ar para os pulmões;
  • suas pálpebras descem sobre os olhos como telas, protegendo da areia e do sol, mesmo assim, não lhe prejudicam a visão; se um grão de areia entra nos olhos, automaticamente é removido por um sistema que funciona como um colírio interno;
  • a camelo fêmea produz leite rico em gordura; este leite também é utilizado para produzir manteiga e queijo;
  • sua pelugem é trocada uma vez ao ano e é usada para produzir tecido e roupas;
  • são conhecidos também como “navios do deserto” pela forma como balançam ao caminhar; para pessoas que não estão acostumadas, pode causar um certo enjôo;
  • ambas as pernas de um lado movem-se ao mesmo tempo, elevando aquele lado; o movimento “esquerdo, direito, esquerdo, direito” dá à pessoa que está montada a impressão de que está em uma cadeira de balanço mas que se move nas laterais;
  • um camelo normal pesa 450 kg;
  • existe uma joelheira nas pernas dianteiras que crescem a partir dos 6 meses nos camelos e isso faz com que eles possam se levantar e abaixar com todo seu peso sem prejudicar a articulação;
  • é comum no Oriente Médio comer carne de camelos jovens, apesar de sua carne ser menos atraente que a de cordeiro e de boi.

O Casamento:

O Casamento e um dos habitos sociais mais importantes do povo egipcio desdea epoca dos faraos .os egipcios casam a partir de 18 anos seja homem o mulher .Antigamento quem escolhia o Marido era o pai da noiva  mas agora nao existe esse costume pois a noiva escolhe seu futuro marido .

O dote(mal entendido por muita gente)nao e uma quantidade de dinheiro ou ouro que se paga para o pai da noiva para entregar sua filha ao futuro marido.Ele e uma quantidade de dinheiro sem valor fixo que se ntrega para a noiva mesma como presente do casamento . outro valor deve ser registrado no contrato do casamento chamado Mouakhar ,esse valor se paga no caso do divorcio .

o Shabka e um  habito comun no casamento no Egito . e uma quantidade de ouro (dependendo da riqueza do noivo )entregada para a noiva como um presente do casamento.

Os passos principias para casar no Egito sao os seguintes:

1- O noivo visita a familia da noiva mostrando  ao pai dela seu interesse em casar com ela.

2- O pai pede um prazo de uma ou duas semanas para cosnultar sua filha se elea acietar ou anao.

3-No caso de que a noive aciete o casamento ,o pai marca um horario com o noivo e sua familia .

4-O noivo e sua fa,ilia visitam a casa da noiva para combinar os detalhes do casamento.

5-O noivo compra o ouro (Shabka)para a noiva e usam as aliancas ,assim comeca o periodo do noivado.

6- Durante o noivado quelquer um  dos noivados pode desistir do casamento se achar que nao vao dar certo.

7-  As duas familias marcam o dia do casamento e combinam sobre todos ps detalhes da festa.

8-Geralemnet o homem que paga a maioria dos gastos do casamentos:Casa,Mobilia,ouro,Festa,……etc.

9- No dia da festa ou alguns dias antes tem que fazer o contrato do casamento que garante todos os direitos da esposa.

10-A festa poderia ser celebrada num salao de festas ou na frenrte da casa do noivo.

A festa de casamento egípcio começa com uma “procissão” na rua, a zaffa, com tambores, tamborins e trompetes, que produzem uma música rítmica e ensurdecedora. Mulheres emitem um grito característico, o zagharit, como um trinado, ao agitarem rapidamente a língua – como os gritos de índios que se vê nos filmes de faroeste.

Na frente da procissão vêm os músicos e dançarinos, vestidos com roupas brancas e vermelhas. As damas de honra, normalmente em número de seis, vestindo roupas brancas e carregando longas velas ou candelabros adornados com fitas e flores, marcham ao lado dos noivos, três de cada lado. Um pequeno garoto ou menina, à frente da zaffa, joga pétalas de rosas vermelhas sobre os noivos.

A noiva usa um longo vestido e véu brancos. A procissão chega ao local da recepção e o casal troca cumprimentos com os convidados, para depois se dirigir à kosha, poltrona prateada com grinaldas de flores, no alto de uma plataforma, para uma melhor vista do salão com os convidados.

Enquanto os mais pobres fazem apenas uma zaffa na rua, os ricos alugam hotel 5 estrelas, com custos muitas vezes chegando a mais de 60 mil dólares. A festa é de arromba: bufê sofisticado, lembranças em ouro para os convidados, bolo gigantesco e a khosha decorada que parece um sonho, com cadeiras ricamente enfeitadas, onde ficam os noivos. A zaffa é feita em pleno salão, com muita música, cantos-solo de cantores populares famosos, além dos gritos estridentes imitando índio. E – ponto alto de toda festa egípcia – não pode faltar a dança do ventre, com dançarinas escolhidas a dedo.

No oásis de Siwa, perto da Líbia, as celebrações de casamento duram de 7 a 15 dias. A noiva troca de vestido todo dia. Assim, a partir dos 9 anos, as meninas de Siwa começam a preparar os vestidos de noiva com a ajuda da mãe e da avó.

As noivas dos beduínos do Sinai vestem um véu chamado konaa, decorado com moedas de ouro ou prata, conforme o status financeiro da família. O boro, que cobre a face da noiva, é também decorado com ouro ou prata e é considerado parte do dote.

Cada governadoria do Egito tem sua dança nupcial característica. No Alto Egito, por exemplo, há a dança do tahtib, dança da vareta, na qual dançarinos esgrimam com suas varetas ao som do mizmar, um instrumento de sopro rudimentar.

A virgindade da noiva é uma exigência que muitos egípcios não abrem mão, podendo o noivo anular o casamento se descobrir na noite das núpcias que sua mulher não é mais virgem. Há ainda o costume de muitos noivos exibirem o lençol manchado de sangue, na manhã seguinte à primeira noite, para provar aos familiares e aos amigos que sua mulher era virgem e que foi deflorada. Convém lembrar o aspecto religioso da virgindade, já que o Corão promete mulheres virgens ao fiel muçulmano que atingir o paraíso.

O beijo entre os homens

Em público, os beijos entre casais são proibidos. A desobediência a essa lei pode levar o indivíduo à delegacia de polícia. Ou à casa do pai da moça, para explicações, se ela não for casada.

Enquanto é proibido o beijo entre casais, para não despertar “imaginações impuras”, é comum o beijo entre os homens: três beijinhos na face, às vezes bem molhados… O adido militar, na primeira vez em que se apresentou às autoridades militares egípcias, ficou corado de vergonha, todo vermelho, quando um general sapecou um beijo em seu rosto. Um não, três… Mas esses beijos entre os homens não chegam a causar a mesma estranheza no Ocidente como aqueles beijos na boca tipo “desentupidor de pia” de antigos figurões soviéticos, que as manchetes estamparam em volta do mundo.

Existe o costume egípcio de os homens andarem de mãos e braços dados. Às vezes, só com o dedo “mindinho”. Víamos, no início, com bastante surpresa oficiais ou praças, tanto das Forças Armadas quanto da Polícia, andarem de braços dados, mesmo fardados.

O mês do ramadã

Com 30 dias de duração, o nono mês do calendário árabe, o ramadã, é o mês das preces e do jejum. O fiel muçulmano, durante o dia, fica proibido de comer ou ingerir qualquer tipo de líquido, a não ser por ordem médica. O crente deve também se portar de modo mais pacato, conservar os olhos baixos durante o dia, para não “sofrer tentação” ao avistar uma mulher. A relação sexual também é proibida durante o dia. Outros pecados que devem ser evitados nesse mês são a luta e a perda da calma. A guerra também deve ser evitada, como diz o Corão, embora ela possa ser feita por uma “causa justa”, como foi a Guerra do Ramadã, de 1973, contra Israel…

O jejum pode ser quebrado com o anúncio dos alto-falantes nas mesquitas, ao anoitecer, ou então o fiel deve saber pelos jornais, rádio ou TV quando está apto a fazer a primeira refeição do dia, o ifthar. O horário, dia após dia, varia um pouco.

Como o calendário árabe é lunar, o início do ramadã é sempre uma incógnita. Pode ser num dia ou somente em outro. Depende da acuidade visual do religioso para observar a ro’ya, ou seja, a lua no início da fase do quarto crescente. Ao menos é isso que acontece em países mais conservadores, como a Arábia Saudita.

No Egito, ficávamos aguardando, até próximo do início do ramadã, para que informassem a data precisa, embora os astrônomos, com muita antecedência, pudessem prever o aparecimento da lua quarto crescente.

No Cairo, uma característica única dentre os países muçulmanos, o anúncio do fim e do início do jejum, nos dias do ramadã, é feito com o disparo de um velho canhão alemão, que pode ser ouvido em muitos pontos da cidade. O canhão encontra-se numa colina perto da Cidadela de Saladino.

Um Papa no Egito

Não é só a Igreja Católica que tem o seu Papa. O Egito também possui um, o Papa Tauadros II.

Como 117º sucessor de São Marcos, o Evangelista, que primeiro levou a religião cristã à África, Tauadros II é o Patriarca da Igreja Cristã Ortodoxa do Egito, a Igreja Copta.

A palavra Copta(Cristãos egipcios)Vem da palavra egipcia antiga Kemet(Terra Preta),nome mais antigo do Egito devido ao barro do Nilo que traziam as cheias e cobriam a terra do Egito.Na é poca dos gregos o termo foi traduzido ao latino antigo e foi chamado Koptus  e os cristãos do Egito foram chamados Coptos que siginifca egipcios.

Com a chegada dos Arabes ao Egito no século VII ,o termo Coptos foi usado exclusivamente para os Cristãos.

hoje em dia os coptas representam 10% da populacão egipcia  sendo a maioria deles ortodoxa

Até 2017 ,a lei da igreja egipcia não permitia o casamentgo netre as seitas do cristianismo .só quando o Papa do Vaticano Franciso unificou as tres seitas em sua visita ao Egito.

Sibha, o “rosário” islâmico

A sibha era conhecida nos tempos antigos e usada como ornamentação e amuleto e, acredita-se, foi introduzida no mundo cristão e árabe pelos chineses e indianos.

Várias religiões usam a sibha de um modo ou de outro. As palavras podem ser diferentes mas o propósito é o mesmo: louvar a Deus. A palavra sibha provém de tasbeeh, uma palavra que reconhece a perfeição de Alá através da fala de seus “99 nomes perfeitos”.

A sibha tem diferentes partes: as contas, um contador e uma mizana, que significa “minarete” e está na parte mais alta da sibha.

Há dois tipos de sibha largamente conhecidos no isla: aquela de 33 contas e uma outra de 99 contas. A primeira é 1/3 da sibha total e é a mais utilizada pela população do Egito

As contas da sibha podem ter diferentes formas, como a de oliva, de uma lágrima ou semente de trigo. As contas podem ser feitas com material barato, como plástico, ou material caro, como pedras preciosas ou ouro.

Os materiais mais utilizados para fabricar sibha no Egito são pó de âmbar, osso, madeira de sândalo e yousr,

A ópera Aída

Inicialmente, a ópera Aída era para ser o grand finale das comemorações da abertura do Canal de Suez, construído pelo francês Ferdinand de Lesseps, em 1869.

Mas houve contratempos. Embora seu autor, o italiano Giuseppi Verdi, tivesse finalizado a obra em 1869, a première só foi apresentada no Cairo em 24 de dezembro de 1871, num teatro que mais tarde um incêndio devorou.

Nas comemorações de seu 120º aniversário de apresentação, em 1991, assistimos à famosa obra no Cairo Opera House, junto à Torre do Cairo, um moderno complexo de salas para teatro, ópera e shows, construído e doado ao povo egípcio pelo governo japonês.

A ópera Aída é a história de amor de um general egípcio, Radamés, apaixonado por uma escrava negra etíope, Aída. Acusados de traição, acabam sendo sepultados vivos.

A orquestra foi conduzida pelo maestro italiano Danilo Belardinelli e os cantores eram todos egípcios, nenhum Pavarotti.

No primeiro ato, sobressai a romântica ária Celeste Aída, o cenário todo é composto de motivos faraônicos, colunas imensas, um templo ao fundo – idêntico aos portais do templo com obeliscos do filme Os Dez Mandamentos. Na parte inicial, a ópera é muito movimentada, com danças típicas executadas por escravos. Em cena, as preparações de guerra dos egípcios, na cidade de Mênfis, antiga capital do Egito antigo unificado, para fazer face aos etíopes no Baixo Egito, em Tebas, atual Lúxor.

O segundo ato é sem dúvida o ponto alto da ópera. A famosa Marcha Triunfal, com Radamés retornando vitorioso da campanha, é executada durante todo esse ato. A entrada dos vencidos depositando suas riquezas em frente ao faraó, as danças de escravos negros, o grande coral ao fundo, tudo prende ao máximo nossa atenção.

Nos terceiro e quarto atos há uma diminuição de ação. Os cenários ficam na penumbra, é mostrado o Rio Nilo banhado pelos raios da lua. E – heresia para os aficcionados do gênero – acabamos tirando uma ligeira soneca. A ópera começou às 20 horas e acabou depois da meia-noite.

Uma montagem exuberante da ópera Aída ocorreu em 1987. O local era na frente da fachada do Templo de Lúxor e sua avenida com esfinges. Em 1994, para a comemoração dos 125 anos de criação da obra, houve uma montagem de Aída em frente de um dos mais esplêndidos templos do antigo Egito, construído em 1500 a.C. pela rainha Hachepsut, em Deir El-Bahri, próximo ao Vale dos Reis, em Lúxor. Celeste Aída. A ultima montagem de 2017 foi na area que contem a unica maravilha antiga que existe ate hoje:As piramides de Giza !

 

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